Mostrar mensagens com a etiqueta Ecológico. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Ecológico. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 2 de outubro de 2017

Máscara peel-off natural de carvão vegetal

Andava há uns tempos para experimentar fazer esta máscara de carvão, porque além de ser óptima para limpar e purificar a pele, o facto de se retirar inteira, como se tivéssemos a puxar a pele quando está a cair (prazeres estranhos!), dava-lhe um ar ainda mais apetecível. Há por aí mil e uma receitas caseiras deste tipo de máscaras, mas que são feitas com cola. Existem também marcas que vendem esta máscara já pronta ou quase pronta, para se finalizar em casa.

Se há coisa que me recuso por na pele é cola ou ingredientes que desconheço ou que sei que são prejudiciais. Por isso, aprofundei as pesquisas e como sempre, existem alternativas bem mais saudáveis e naturais e, neste caso, o elemento agregador desta máscara é gelatina neutra em pó.

Os ingredientes são fáceis de encontrar e a máscara prepara-se em modo zip-zip-zup, muito rápido. O carvão vegetal activado ajuda a limpar e purificar a pele, eliminando as impurezas e a gordura excessiva. A gelatina é o elemento agregador, que permite criar um liquido pastoso, que irá criar uma película na pele que, depois de seca, se consegue retirar, "pelando" a máscara e trazendo consigo pontos negros (cravos em português do Brasil) e também, pelos e uma data de porcarias agarradas.
Ingredientes (para 1 pessoa):
1 colher de chá de carvão vegetal activado
2 colheres de chá de gelatina em pó neutra
1 gota de óleo essencial de menta (opcional)
água a ferver q.p. (4 a 6 colheres de sopa)
Numa taça, mistura-se o carvão vegetal com a gelatina, junta-se a água a ferver aos poucos, mexendo sempre para não ganhar grumos. A mistura tem que ficar lisa e líquida, mas com alguma consistência. De início deixei-a demasiado pastosa e nem estava a conseguir aplicar porque começava logo a secar e a ficar muito densa, juntei água a ferver e resolveu. Deixando a máscara mais líquida, aplicam-se várias camadas, pois será mais fácil para tirar a máscara de forma integral, pois se ficar uma camada fina irá "partir-se".
A máscara aplica-se na pele limpa. Devem evitar-se as zonas onde não queremos arrancar pelos/cabelos, porque saiem todos! Para aplicar usa-se um pincel de silicone ou um pincel firme e largo para aplicação de máscaras. Depois de aplicar a máscara, espera-se até secar por completo e se sentir a pele a repuxar, sente-se a partir, torna-se difícil sorrir, mas é normal! No meu caso demorou 20 minutos.
Depois começa-se a enrolar e puxar a máscara aos poucos, debaixo para cima. Infelizmente tive um episódio em casa e tive que tirar a máscara à pressa, por isso, não saiu inteira. Mas dá para ver bem a porcaria que saiu! Incrível. A pele fica um pouco avermelhada, mas bonita, limpa e uniforme. Da próxima vez, que será só daqui a um mês, vou aplicar vapor na cara para abrir mais os poros e só depois aplico a máscara.
De seguida, apliquei um tónico (hidralato de tea tree) e o meu creme "Oh Cara Linda!" da Handmade by ANIS e a pele ficou super suave e bonita, de início um pouco avermelhada tipo escaldão no Hawaii, mas após um par de horas já estava normal.

Não recomendo esta máscara a quem tenha uma pele muito sensível ou reactiva, nem a alguém com alergia aos componentes indicados.

Ficaram com vontade de experimentar? Então depois venham contar como foi!

terça-feira, 6 de novembro de 2012

A saga das embalagens...


Enquanto não me decido sobre que embalagens compro para a ANIS, entretenho-me a reutilizar materiais que iriam para o lixo, como os rolos de papel de cozinha. O rapaz mais velho ficou entusiasmado e começou também a ajudar. Um amor!

A imaginação é o limite, pode-se fazer decoupage, carimbos, usar tecidos, laços e fitas...

Boas criações!

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Sabão natural é mesmo seguro?

(sabonete puro de azeite curado – cold process)

Um sabão (ou sabonete - sabão pequeno e perfumado para usar no banho) natural, feito com azeite e gorduras vegetais de qualidade é dos produtos mais seguros que existem para lavar, cuidar e nutrir a pele humana. Não contém químicos prejudiciais para a pele e para o meio ambiente, nem conservantes e são biodegradáveis. Além do mais, não são agressivos para a pele, deixando-a muito sedosa e equilibrada. São tão seguros, que são recomendados para a pele dos bebés (ex. sabonete de azeite, como o da fotografia) e para pessoas com problemas de pele e/ou peles sensíveis.

Quando falo que para fazer sabões naturais se utiliza soda caustica (hidróxido de sódio ou hidróxido de potássio), a reacção mais comum é a de pura desconfiança e um olhar de pânico. Como pode ser um produto seguro, se é feito com algo que é conhecido por ser altamente corrosivo e que causa queimaduras graves? Mas a verdade crua e dura é que sem soda caústica não existe sabão, mas é também verdade que num sabão pronto, bem formulado e devidamente curado, existe 0% de soda caústica. Refiro-me a sabões para a pele e não sabões de lavagens para a roupa e louça.

Quem faz sabão natural, sabe que uma das partes mais importantes de todo o processo é respeitar procedimentos, métodos de trabalho seguros e nunca facilitar, respeitar o tempo de cura e usar/criar formulas equilibradas. As receitas são formuladas ao mínimo pormenor, para serem balanceadas, equilibradas e terem o poder de lavagem, condicionamento e espuma que queremos que aquela barra particular  tenha. Todos os ingredientes sejam líquidos ou sólidos são pesados em gramas, numa balança digital… é deste tipo de detalhe que falo!

Então como se faz sabão? O que é sabão?
Sabão é um sal (definição química), é um produto transformado, que resulta de um processo químico chamado de saponificação. O sabão resulta da junção de um ácido gordo (o azeite e outros óleos e manteigas) a uma base (hidróxido de sódio – soda caustica ou de potássio), a água (ou outro líquido) é o veículo usado para diluir a soda caustica. No final deste processo, temos um produto totalmente novo - o sabão! Este novo produto, depois de curado contém quimicamente 1 molécula de glicerina e 3 moléculas de sabão, e portanto zero partes de hidróxido de sódio, que entretanto foi neutralizado no processo - acho isto fenomenal!

O problema dos sabonetes de compra é que têm uma série de produtos/químicos que são prejudiciais para a pele e na verdade deveriam até chamar-se de detergentes para a pele…soa mal, eu sei! Mas a sua maioria já nem contém sabão…Há ainda aqueles que na embalagem indicam "natural" e "biológico" e quando se lê a legenda, até arrepia!

Faço os meus sabões pelo processo a frio, daí que necessitam de uma cura mínima de 4 semanas. São entregues somente após a cura e testados antes de chegarem às mãos de quem vai usar (não em animais!). Também não utilizo conservantes que não sejam naturais, nem corantes químicos e somente coloco aditivos naturais e óleos essenciais (não uso fragrâncias sintéticas), de preferência com qualidades terapêuticas, para incrementar as propriedades dos sabões.

Portanto, estes sabões são um produto natural e biodegradável e não contêm químicos prejudiciais para a saúde, nem para o meio ambiente. 
Sim, o sabão natural é seguro! Se foi utilizada uma fórmula equilibrada e se o sabão curou pelo tempo certo...

Aqui, podem ler mais sobre a história dos sabões, é uma delícia!

quarta-feira, 4 de maio de 2011

São rosas Senhor! ... Com laranja!






Esta combinação de óleos essenciais saiu um espectáculo! Cheira tão bem! A repetir...

Linha laranja e rosas - tudo feito em casa, claro!

Bálsamo Labial - Óleo de côco, azeite, cera virgem de abelhas, mel, enriquecido com vitamina E. Três versões: natural, framboesa e cacau com menta.

Bombas para o banho - efeito efeverscente, liberta os óleos essenciais em contacto com a água.

Scrub de sal marinho com pétalas de calêndula

Loofah natural
Loção corporal refrescante - glicerina vegetal e água de rosas




quinta-feira, 14 de abril de 2011

Prendas: Eco-esfregão, disco "lavante" e bolsas






Prendas especiais: Sabonetes naturais de azeite com um esfregão ecológico de aço e algodão turquesa (crochet) para proteger as unhas, um disco para lavar o rosto ou corpo em algodão creme com alça para pendurar (crochet), porta-moedas com bolso interior, bolsa com flor de crochet e bolsa interior e esfoliante natural.

sexta-feira, 18 de março de 2011

Bucha-cartucha! ...Cartuchos de papel






Cliquem na imagem para ver maior.
Estes sacos são óptimos para reciclar revistas velhas que andam lá por casa, o que torna engraçado o pacote, pois pode-se dar uma dica de decoração, uma receita culinária ou até mesmo de crochet! Dá para aproveitar também papéis de embrulho, jornais e também para aproveitar os desenhos dos miúdos e fazer uma embalgam única e original.
Podem ser decorados com o que se quiser, fitas, laços, botões, ráfia, etiquetas, carimbos, cordões,... o céu é o limite.
Além do mais, é uma coisa que se pode fazer com as crianças (para o dia do pai?).
Fica a dica. Espero que consigam perceber o desenho que fiz com o passo-a-passo. Quero ver os vossos pacotinhos, ok?
Não digam a ninguém, mas estou viciada... pacotinhos, pacotinhos...

quinta-feira, 17 de março de 2011

Sabonetes naturais diferentes: Barra de sal e sabão de barbear



Mais uns presentes, para pessoas muito importantes (aliás, essenciais) da minha vida!
1. Barra de sal - sabonete natural esfoliante de azeite, óleo de coco, palma e ricíno com sal e óleos essenciais de ylang ylang e lavanda e perpétuas roxas secas - acabadinho de cortar.
2. Sabonetes de lavanda com pedaços de lavanda.
3. Sabão de barbear - natural de azeite, óleo de coco, palma e ricíno, enriquecido com óleo de onagra, argila verde e óleos essencias.
4. Embalagem e etiquetas caseiras (claro!): Sabão de barbear e esfoliante.



sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Desodorizante caseiro


Quando pesquisei receitas sobre desodorizantes caseiros, fiquei (muito) céptica quanto à sua eficiência, mas pensei que só experimentado é que ficaria a saber se funciona ou não. Além do mais pensei: mal não irá fazer, já que este desodorizante não contém alumínio, alcool nem nenhuma substância que não seja natural, são bem piores os desodorizantes comerciais... ok, ok pode cheirar mal, mas por isso decidi testar em casa primeiro, durante a noite e de manhã depois de eu ter cheirado (e não me ter cheirada a nada!) pus a família toda a cheirar os sovacos, como sabem não há ninguém mais honesto que as crianças e só depois de ouvir "não cheira a nada!" arrisquei usar numa curta saída e passei o tempo a cheirar-me (foi um bocado estranho) mas é incrível, não cheira mesmo a nada, quer dizer, cheira a pele... Resumindo, foi testado e está aprovadíssimo! O leve cheiro que o óleo de coco deixa desaparece após algum tempo, mas depois disso cheira a nada... mesmo a nada! O que eu achei fantástico. Na primeira receita que fiz, gostei tanto do aroma do óleo de côco que optei por não usar qualquer óleo essencial que camuflasse esse cheiro.
Cá em casa, desde que fiz esta receita no início de Novembro de 2010 que não usamos outra coisa,... fiquei muito surpreendida por ter funcionado e até melhor do que os desodorizantes comerciais, já que não tem nenhum perfume artificial e não fica aquele cheiro estranho de suor misturado com o desodorizante. O boião que se vê na fotografia (que é um frasco de iogurte pequeno) durou dois meses e pouco para duas pessoas.

Como é que este desodorizante funciona?
O que cheira mal no suor não é o suor em si, mas as bactérias que depois ali proliferam naquele ambiente quente e húmido. Este desodorizante funciona como tal pois não permite que as bactérias se desenvolvam. Continua-se a transpirar, só que não cheira mal! Portanto, não funciona como antitranspirante, pois não é nada saudável inibir as funções naturais do nosso corpo.
O óleo de côco é anti-bacteriano e combate os odores, tem propriedades anti-virais, anti-fungícas, anti-parasitais e anti-microbianas – é o que se quer!
O bicabornato de sódio é também um anti-bacteriano, torna aquela zona alcalina, e como as bactérias preferem ambientes ácidos não deixa que o mau odor se instale.
O amido de milho ajuda a manter a zona menos húmida, já que absorve a humidade dando uma sensação de seco.


Receita:
6 colheres de sobremesa de óleo de coco biológico
1/4 de chávena de bicabornato de sódio
1/4 de chávena de amido de milho
Ingredientes opcionais:
1 cápsula de óleo de onagra
3 gotas de óleo essencial de tea tree
8 gotas de óleo essencial de bergamota ou outro


Numa tigela coloca-se o bicabornato de sódio e o amido de milho e mistura-se bem. Juntam-se os óleos essenciais e o de onagra. Depois junta-se o óleo de côco e mexe-se bem para ficar homogéneo. De início parece que a mistura não liga por causa do óleo de côco, mas aos poucos a óleo começa a ficar mais mole e fica uma massa lisa e uniforme.
Coloca-se a pasta num frasco e aplica-se com os dedos ou então pode-se encher um recipiente de desodorizante vazio daqueles que têm um aplicador que sobe, que tem rodinha em baixo (ver o video abaixo que explica como encher). Atenção que não funciona com os aplicadores "roll-on".
Deve-se colocar o desodorizante um pouco antes de se vestir e espalhar bem para ser absorvido pela pele. Uma bolinha do tamanho de uma ervilha basta e assim evita-se que as roupas fiquem manchadas.


Notas:
Usa-se óleo de côco não refinado, ou seja, o óleo é branco, sólido à temperatura ambiente e derrete-se nas mãos e tem um cheirinho a côco que dá vontade de comer. Compra-se nas casas de produtos naturais.
Os óleos essenciais são opcionais, são úteis pelas suas propriedades, além do perfume que deixam.
Não deixa manchas brancas na roupa.
Notei que nas roupas mais coloridas (ex. vermelho) nota-se uma marca se transpiro mais, mas sai com a lavagem.
Às vezes pode ocorrer uma ligeira vermelhidão e/ou irritação da pele que só ocorreu quando uns pelos começaram a nascer, que ocorre maioritariamente por causa do bicabornato de sódio. Experimentei mudar a fórmula para metade da dose de bicabornato de sódio e o dobro de amido de milho, conforme sugerido noutros sites e não resultou! Fiquei a cheirar mal...


Sites:
Receita original aqui.
Colocar num recicpientede desodorizante usado aqui e o vídeo aqui.
Outra receita mais elaborada (não testada) aqui.

Aqui fica mais uma solução natural, económica, saudável e que funciona! Experimentem e contem, ok?

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Saponificando...



Sabonetes naturais de azeite, em fase de cura (4 a 6 semanas). Estou ansiosa por experimentá-los!
Fiz de canela, mel com erva doce e lavanda. Também tinha feito uns de côco e outros de cacau, mas a coisa não correu como esperado...

sábado, 9 de outubro de 2010

Tye-dye e o Dragão




A t-shirt da esquerda era vermelha e tinha umas manchas que não consegui tirar de maneira alguma, para não ficar sem uso, decidi descolorar e fazer um efeitos estilo hippie. Apliquei nós e elásticos para criar os efeitos e coloquei de molho, numa solução para descolorar roupas, também se pode utilizar lixívia.

Na sweat-shirt foram aplicadas três peças com motivos chineses: dragão e duas bolas. Seleccionei as imagens e adaptei-as, depois imprimi num papel próprio para colar em tecido, que se aplica com o ferro de engomar. No final, costurei-as na sweat-shirt com uma linha amarelo mostarda.

Em ambas, foram aplicadas etiquetas das Criações Caseiras, que também fiz recentemente, com o mesmo método do dragão.

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Labneh de alho e ervas (queijo de iogurte)



Quando conversava com uma pessoa que me é muito querida acerca das aventuras na cozinha, ela falou-me de alguém conhecido que fazia queijo de iogurte, mas não sabia como. Fiquei com a pulga atrás da orelha e fui pesquisar à net e foi assim que fiquei a conhecer o Labneh. Bem dita pulga!

Achei a receita facílima, mas não imaginava que ficaria tão bom o paladar deste queijo creme de barrar, pois tinha receio que ficasse demasiado ácido. De qualquer modo, não há nada como experimentar e como cá em casa somos fãs daqueles queijos de barrar com alho e ervas, arrisquei fazer uma adaptação das receitas originais (ver sites de referência abaixo) que somente levam sal, depois o queijo é conservado em azeite e aromatizado com ervas e pimenta.

Gostámos tanto desta receita, que nem experimentámos a receita original e agora também já não compramos queijos de barrar. Usamos para barrar no pão, em tostas, em bolachas de água e sal, ou pomos as bolinhas em saladas.

Fiz assim:
3 iogurtes naturais caseiros
1 colher de chá de sal fino
1 colher de sopa de orégãos
1 dente de alho pequeno ralado
Opcional: Azeite e grãos de pimenta q.b.

Numa taça colocar os iogurtes, o sal, os orégãos e o alho ralado fininho e misturar tudo muito bem. Depois forra-se um passador com três folhas de papel absorvente de cozinha e coloca-se o passador dentro de uma tigela funda (o passador não deve ficar em contacto com o soro que vai caindo). Depois verte-se a mistura para dentro do passador forrado e coloca-se no frigorífico.
Aguarda-se pacientemente (e com muita ansiedade!) por 3 dias e está pronto a comer.
Para conservar pode-se colocar numa caixa com tampa ou fazer bolinhas com a ajuda de duas colheres de chá, moldando como se fossem pastéis de bacalhau, que depois se colocam num frasco com azeite, ervas frescas (óregãos, mangericão, …) e grãos de pimenta.

Notas:
- Faço esta receita com iogurtes caseiros magros.
- Como a maior parte do soro sai nas primeiras 24 horas, decidi fazer uma “fornada” assim, mas não gostei tanto, achei que o labneh fica demasiado ácido, portanto prefiro deixar a escorrer por 3 dias. Embora indiquem em alguns sítios os 5 dias, confesso que não conseguimos aguardar tanto tempo e com apenas 3 dias fica delicioso e com uma boa consistência quer seja para moldar bolinhas como para conservar numa caixa.
- Esta receita é muito económica, especialmente para quem faz os iogurtes em casa, fica a cerca de 0.30 cêntimos no total. Além de que não se gastam embalagens.
- Conserva-se no frigorífico por 3 semanas (aqui nem sequer dura uma semana).
- As bolinhas conservadas em azeite, deve-se retirar do frigorífico um pouco antes de servir, pois às vezes o azeite solidifica.
- Brevemente coloco as calorias desta receita, que é light!

Sites de referência:
O que é o Labneh? Qual a sua origem? Ver aqui
Receita original (passo-a-passo) – maturação de 24h
Receita de Labneh (bolinhas)– maturação de 5 dias
Receita de Labneh (bolinhas) – maturação de 3 dias
Receita de Labneh (creme de barrar) – maturação de 24h

Bom apetite!

ps - Queridas amigas NF, SO e MR, esta é especialmente para vocês! Depois contem-me se gostaram, ok?

domingo, 8 de agosto de 2010

De vestido a saco...










Andei a vasculhar pelo roupeiro e decidi reciclar algumas peças que já não usava. Este vestido virou saco de compras reversível.

Este saco guarda-se numa bolsa de mão. Assim, pode-se pôr na mala ou quando se vai às compras levar só a bolsa com dinheiro ou cartão (bolso) e as chaves, depois arruma-se a bolsa de mão no saco grande, junto com as compras.

O molde do saco está aqui. A bolsa fui improvisando.
Que tal ficou esta reciclagem?